O Desvio Coletivo é uma rede de criadores em cena teatral contemporânea que atua na zona de fronteira entre o teatro, a performance e a intervenção urbana. Através da criação de espetáculos e intervenções cênicas em diferentes espaços urbanos desenvolve ações que geram ilhas de desordem efêmeras de natureza crítica.

Desde 2011, o grupo pesquisa a criação cênica colaborativa, tendo em vista a experimentação de diferentes modalidades de participação sensorial, dialógica e criativa do espectador, o deslocando do seu papel convencional, seja como ator, co-criador do discurso cênico ou como integrante de uma atmosfera de imersão psicofísica.
 

Direção Artística: Marcos Bulhões e Priscilla Toscano Direção de Produção: Leandro Brasilio e Marie Auip (Sofá Amarelo | Produção e Arte) Assessoria Jurídica: Leandro Brasilio Performers: Leandro Brasilio, Marcos Bulhões, Marie Auip e Priscilla Toscano Designer: Le Geek Creative Studio Pesquisa Acadêmica: Parceria Institucional: Laboratório de Práticas Performativas da USP e Teatro da USP

 

LEANDRO BRASÍLIO
Especialista em Gestão de Projetos Culturais pela ECA/USP. Advogado com ênfase em Direito Cultural (OAB/SP 337.631). Ator (DRT/SP 37.027) e Diretor de Produção (DRT/SP 5349). Presidente da Diretoria Executiva da Associação Cultural Opereta, principal instituição cultural da região do Alto Tietê. Trabalhou na equipe de elaboração de projetos de companhias de teatro de São Paulo, como Os Satyros e Teatro do Incêndio.  Diretor de Produção do DESVIO COLETIVO, desenvolvendo intervenções urbanas e espetáculo de teatro, como: CEGOS, intervenção urbana apresentada em mais de 23 Estados em todo o Brasil, além de países da Europa, Ásia e América do Norte, sendo convidado para integrar a programação de festivais de teatro nacionais e internacionais (World Stage Design/Taiwan, Quadrienal de Praga/República Tcheca, Cena Contemporânea/Brasil, Festivale/Brasil, Imaginarius/Portugal); QUE MORRAM OS ARTISTAS, espetáculo de teatro performativo para exposição Máquina Tadeusz Kantor, indicada ao Prêmio Shell de Teatro no 2º semestre de 2015 na categoria inovação; MATRIMÔNIOS, intervenção urbana apresentada no Encuentro, em Santiago, no Chile, evento produzido pelo Hemispheric Institute of Performance and Politics da Universidade de Nova Iorque. É coordenador do festival Imaginários Urbanos, primeiro festival de performance urbana do Ceará, projeto desenvolvido a partir do edital de Artes da Secult-CE. Integra Ogiva ação.imagem, coletivo que realiza ações artística a partir de acontecimentos em datas de grande repercussão, como REMOVA ANTES DE USAR, performance duracional em que pessoas costuram por 12h seguidas em busca de uma reflexão sobre a escravidão no mundo da moda. Participa do TRAGÉDIA POP – COLETIVO TEATRAL ao lado de Leandro Nunes e Márcio Tito.

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MARCOS BULHÕES
Diretor, ator, professor e pesquisador de Teatro e Performance, estuda abordagens de criação e aprendizagem da cena contemporânea. Realizou estágios em Teatro do Movimento na Alemanha e em Dramaturgia no Institut del Teatre de Barcelona além de mestrado e doutorado em Artes Cênicas pela USP. Participou do Teatro da Vertigem (1999) e estagiou no Teatro Oficina (2003), em São Paulo. Em Natal, dirigiu e atuou em diversos espetáculos e performances recebendo prêmios em festivais de teatro e coordenou durante 10 anos o Laboratório de Encenação Teatral da UFRN. É um dos diretores artísticos do Desvio Coletivo, grupo de teatro e performance sediado em São Paulo, onde desenvolve as suas pesquisas acadêmicas “Coralidades Performativas” e “Intervenção Urbana Brasileira” desde 2011.  É autor do livro “Encenação em Jogo” e da tese “Dramaturgia em Jogo”. Desde 2009 é professor da área de Direção e Performance do Departamento de Artes Cênicas da USP.

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PRISCILA TOSCANO
Atriz, diretora e performer. Licenciada em Artes Teatro pela UNESP – Universidade Estadual Paulista com parte da graduação pela USC – Universidade de Santiago de Compostela, Espanha. É uma das fundadoras do Desvio Coletivo, grupo que dirige ao lado de Marcos Bulhões, tendo realizado a assistência de direção nos espetáculos “Que Morram os Artistas” e “Pulsão”. Durante sete anos também dirigiu o Coletivo PI, grupo que fundou em 2009 e que encerrou as atividades em 2016, tendo dirigido nesse grupo a intervenção “Entre Saltos” e o espetáculo “O Mundo de Norma”. Ministrou oficinas de teatro e intervenção urbana em diversas instituições, dentre elas: ARTA–Atelie Formations de L’acteur em Paris, Institut del Teatre da Universidade de Barcelona, na sede do grupo Dançando com a Diferença na Ilha da Madeira e em diversas unidades do Sesc situadas por todo Brasil dentro do circuito de artes cênicas Palco Giratório. Atuou como organizadora, condutora e palestrante do curso “Experimentos em Performance II” realizado na UNESP em parceria com o Laboratório de Práticas Performativas da USP. Lecionou Teatro durante 2 anos na OCA – Oficina Corpo e Arte e nessa escola dirigiu os musicais “Fame” e “O Brarão da Ralé” livremente inspirado na Ópera do Malandro. Também lecionou Teatro em escolas de ensino formal (Escola Movimento, Escola Projeto Vida e em escolas públicas da SME de São Paulo). Estudou Improvisação para o Teatro na ASM – Actor Studio Montreal–Canadá com John Sheridan. Dedica-se também as pesquisas e criações de suas performances solos, Amor [sem título] e Medéia, obra que fez parte da primeira edição do evento CCBB Música.Performance. Atualmente é uma das Orientadoras Artísticas de Teatro do Programa Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo.

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MARIE AUIP
Produtora e performer. Pós graduada em Gestão de Projetos Culturais na Universidade de São Paulo (USP). Formada em Publicidade e Propaganda pela UNIFOR e graduanda em Licenciatura em Teatro pelo IFCE. Atualmente desenvolve o projeto “Imaginários Urbanos” – Festival de Performance urbana do Ceará, contemplado pelo Edital de Artes da Secult-CE. Integra desde 2010 o EmFoco Grupo de Teatro, em projetos contemplados pelos Editais da Secultfor, Porto Iracema das Artes (IACC) e Plataforma de Circulação da Petrobrás, participou em 2015 da apresentação “Mapa Corpo/rativo” do grupo La Pocha Nostra (MEX-EUA). Em 2014 passa a integrar o núcleo do Desvio Coletivo, como atriz e produtora das obras; “CEGOS”, “Matrimônios”, “Que Morram os artistas”, participando do Circuito SESC Palco Giratório, Virada Cultural (SP), Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz, Festival de Dança de Londrina (PR), Cena Contemporânea (DF), Festivale (SP), Xº Encuentro Hemispheric (CHILE) e Exposição Máquina Tadeusz Kantor (SP). Na área de produção cultural realizou estágio na Oi Futuro (RJ), coordenou diversos projetos culturais, participando do Festival de Teatro de Fortaleza (CE), Circuito de Difusão do Dragão do Mar (CE), Festival dos Inhamuns (CE), X Mostra Latino Americana de Teatro de Grupo (SP), Manifesta (CE). Em 2014 inicia o Ogiva – ação e imagem, fruto de sua pesquisa em intervenção urbana, vídeo arte e Zonas Autônomas temporárias, na qual desenvolveu ações que criticavam a Copa|2014, Votação|2014 e o dia do trabalho|2015. Com este coletivo participou da Mostra Sesc Cariri 2015, da programação do Sesc Santana (SP), Mostra Convergências 2015 do Sesc Tocantins e Movimenta|Galeria Mezanino (SP).

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